Estruturo processos, marketing e conhecimento para empresas que querem usar IA com método, contexto e governança.
Algumas das marcas atendidas ao longo da trajetória
"Antes de automatizar, é preciso organizar.
Antes de escalar, é preciso documentar."
Muitas empresas já têm equipe, clientes, documentos, dados, processos e conhecimento acumulado. Mas essas informações estão espalhadas em pessoas, planilhas, reuniões, grupos de WhatsApp, arquivos soltos e decisões não documentadas.
Quando isso acontece, áreas inteiras operam de forma reativa. A equipe depende da memória de poucas pessoas, decisões se perdem, tarefas se repetem e a IA vira mais uma ferramenta usada sem contexto.
O critério não é a área. É o tipo de problema.
Reconhece algum destes sinais? Vale uma conversa antes de qualquer proposta.
Agendar uma conversa →Organizar antes de escalar. Diagnosticar antes de propor. Entender o problema real antes de qualquer solução. É assim que cada projeto começa — e é o que diferencia estruturação de execução solta.
Mapeamento de rotinas, organização de informações, documentação de decisões, bases de contexto e assistentes internos. Para quem precisa reduzir improviso e fazer a IA funcionar no trabalho real — não apenas em tarefas isoladas.
Posicionamento, marca, canais, equipe, vendas e governança. Marketing construído por dentro, como estrutura de decisão e leitura de mercado — não apenas comunicação. Aqui está a autoridade mais consolidada da minha trajetória.
Mentorias, oficinas e materiais práticos para equipes que precisam usar IA com método e critério. Sem curso de ferramenta. Formação sobre raciocínio, contexto e aplicação real.
Nem todo projeto começa pelo marketing. Nem todo problema exige automação. O primeiro passo é entender se a dor está no processo, no conhecimento, na comunicação, na equipe ou na decisão.
Camada transversal Engenharia de IA aplicada — a camada técnica que atravessa tudo.
O critério de atuação não é o departamento, mas o tipo de problema: processo informal, conhecimento disperso, decisões pouco documentadas, baixa governança ou uso de IA sem contexto. Marketing é a área onde tenho mais repertório consolidado — mas a lógica se aplica a outras frentes quando esses sinais aparecem.
"Todo projeto começa por uma conversa.
O pedido inicial raramente é o problema real."
A conversa inicial serve para eu entender o problema antes de propor qualquer solução. O pedido que chega raramente é o problema real — pode ser um sintoma, uma urgência ou uma hipótese. A partir da escuta, o trabalho segue um método em sete etapas que levam do entendimento à transferência de autonomia.
A conversa inicial é gratuita e serve para entender o problema antes de qualquer proposta.
Agendar agora →Projetos que mostram como processos, marketing, marca e IA podem ser estruturados com clareza, método e resultado real.
Processos manuais e burocráticos entre áreas como contábil, jurídica, financeira e RH. Conhecimento disperso, baixa padronização, ausência de método comum de trabalho.
Organizei processos, planilhas, bibliotecas de prompts, playbooks e modelos de contato com clientes. Treinamentos em pequenos grupos — duas pessoas por vez — para inserir a tecnologia na cultura da empresa sem resistência.
A operação passou a atender melhor os clientes existentes e ganhou capacidade para assumir novos. Padrão de ação, apoio de IA nas rotinas e clareza sobre como reduzir o manual.
A lógica que aprendi estruturando marketing também se aplica fora dele.
O que esse case provaQue processo informal, conhecimento disperso e rotina repetitiva podem ser estruturados com método e IA, mesmo fora do marketing.
Forte em B2B e governo, mas demanda crescente de consumidor final sem estrutura para atender. Conhecimento técnico, canais e fornecedores existiam — faltava a frente B2C com produto, canal e margem adequados.
Criei a Ioway como marca própria e a Makin como frente comercial B2C — com produto, canal, preço e enquadramento fiscal. Identidade visual, verbal e comunicação para o lançamento das duas marcas.
Redução de dependência de frentes instáveis. Nova frente de crescimento no consumidor final. Marketing passou a atuar na arquitetura do negócio — produto, margem, canal e venda.
Quando entra no centro da estratégia, marketing participa da arquitetura do negócio.
O que esse case provaQue marketing pode ir além da comunicação e participar da arquitetura do negócio — produto, canal, margem e venda.
O Hospital dos Óculos queria criar uma marca para nova frente de vendas sem perder a autoridade de serviço já construída. Era preciso separar funções antes de criar qualquer identidade.
Organizei a arquitetura entre as duas marcas. Hospital dos Óculos preservado como marca de cuidado técnico. Lumiani criada para a venda e orientação — antes do erro. Posicionamentos, identidades e comunicações integrados.
Cada frente ganhou função clara. A venda não apagou a força técnica do Hospital dos Óculos. O serviço não limitou a expansão da Lumiani.
Branding não é logotipo. É a estrutura que define como uma empresa se apresenta e ajuda o cliente a decidir.
O que esse case provaQue branding resolve problemas de arquitetura empresarial, não apenas de identidade visual.
"O trabalho com o Raio trouxe clareza sobre o estágio em que estávamos e sobre o que precisava ser estruturado para avançarmos com mais profissionalismo. O projeto tem nos ajudado a sair do amadorismo, organizar processos e direcionar melhor as decisões de marketing e crescimento da empresa."
Adriana BeraldoGestora de Marketing, Lumiani / Hospital dos Óculos
Marketing descentralizado, sem liderança, sem rotina e sem clareza de funções. A área respondia demandas sem propor caminhos. Faltavam equipe, processos, ferramentas e critérios de atuação.
Como diretor de marketing: estruturei equipe, processos e ferramentas. Criei frente multimídia — estúdio, podcasts, TV aberta, TV Casagrande com monetização. Eventos, produtos digitais e entregas para governo em white label.
+30 mil seguidores. +9,83% de engajamento. Criação da TV Casagrande. Marketing deixou de ser reativo e passou a ter direção, equipe e produção contínua.
Estruturar marketing por dentro: entender dores, formar equipe, transformar reatividade em direção.
O que esse case provaQue um marketing reativo pode ganhar equipe, processo e direção quando estruturado por dentro, não apenas executado por fora.
"O Raio Lima conseguiu traduzir a missão do Instituto Casagrande em estética, identidade visual, conceito de marca e peças publicitárias com muita clareza. Sua atuação foi especialmente importante na celebração dos 18 anos do Instituto, um momento de virada para a nossa história."
Renato CasagrandePresidente do Instituto Casagrande
A Facear havia recebido a certificação de Centro Universitário e precisava se tornar UNIFACEAR. Diversas agências já tinham sido consultadas para o rebranding, sem sucesso. A condição posta pela instituição era direta: o pagamento dependia da aprovação do conselho, que só validaria uma marca capaz de manter a essência e a história já construídas.
Estudei a identidade e a trajetória da Facear antes de qualquer proposta visual, para que a nova marca representasse continuidade — não ruptura. Assumi o risco comercial da condição posta: sem aprovação do conselho, não haveria remuneração.
A proposta foi aprovada pelo conselho na primeira apresentação. A UNIFACEAR adotou a nova identidade sem perder o reconhecimento de sua história como Facear. Segui atendendo a marca por um longo período após o rebranding.
Rebranding institucional não é estética nova — é a continuidade de uma história que precisa ser reconhecida antes de ser atualizada.
O que esse case provaQue rebranding institucional bem-sucedido depende de entender a história antes de propor qualquer atualização visual.
"O trabalho de rebranding realizado para o Centro Universitário UNIFACEAR modernizou a identidade visual da instituição, preservando sua essência, seus valores e sua história."
Felipe RazeraGerente de Marketing, UNIFACEAR
O formato do trabalho não é escolhido antes de entender o problema. Ele é uma consequência do que a conversa revelar — por isso não há aqui uma lista de pacotes ou planos para escolher.
Uma conversa inicial, sem custo, para entender o que está acontecendo antes de qualquer proposta. Ela confirma se faz sentido seguir — ou não.
Na maioria dos casos, o diagnóstico aponta para um projeto de atuação contínua, estruturando a área identificada. Escopo, ritmo e duração variam de acordo com o que for encontrado — não seguem um pacote padrão.
O ponto de partida é sempre o mesmo: entender antes de propor. O que vem depois depende do que for encontrado.
"Marketing sem estrutura é execução.
Com estrutura, é direção."
Para profissionais, empresários e equipes que precisam usar IA para pensar, planejar, produzir e organizar rotinas de marketing com mais critério.
Não é curso de ferramenta. É formação sobre método, contexto e aplicação prática.
Fui músico, designer, diretor de criação, dono de agência e diretor de marketing. Em mais de 15 anos, atuei em praticamente todas as camadas de um departamento de marketing — criação, branding, campanhas, tráfego, planejamento, equipe, vendas, produtos digitais e governança — em projetos B2B, B2C e B2G.
Essa trajetória me deu uma leitura prática sobre onde processos travam, como decisões se perdem e por que boas ideias não se sustentam sem estrutura.
Hoje, aplico esse repertório à estruturação de áreas, processos e conhecimento com IA, método e governança.
Se decisões se perdem, processos não estão documentados ou a IA está sendo usada sem contexto — talvez o próximo passo não seja adicionar mais ferramentas.
Talvez seja organizar melhor.
Agendar uma conversaA conversa inicial é gratuita e serve para eu identificar se a dor está no processo, no conhecimento, no marketing, na equipe, na governança ou no uso de IA sem contexto — antes de propor qualquer solução. Retorno em até 2 dias úteis.